sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Confia...

E aí, me conta
o acontecido,
me conta,
o que não deveria acontecer
e nos palidecer,
que tanto nos afligi
e que sangra no peito,
que vai mudando nosso mundo,
nosso universo...

Me conta, me confia...
Pois eu quero saber
E desse mau não perecer mais
confia...
e o resto é paz...
Pra ti.

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Noite

Não adianta,
A lua ilumina o Mar,
Puro reflexo solar,
Que tristeza.

Total,
beleza noturna.
ulula aos ventos
uivas aos ouvidos meus

Não aguento mais,
Cadê, cadê
Você!!!
Você?

Animado,
sigo em mais dias a dias.
Mais halloween,
no ralo eu, no ralo eu.

Se arrependimento matasse,
sua alegria.
e se gostar fosse assim, puro,
eu não estava nesse muro.

Noite não tão ruim, boa.
Firme sigo meu caminho
Seguro de lembranças
no vago memorial.

Pronto para mais mudanças
teus sorrisos, risos, voz e olhar
me levam pelo sonhar.
Pela noite a vagar.

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Bicho do mato e o bicho do lado

O sintomas são os mesmos,
o cair do dia
o amanhecer da noite...
sã e salvo
Sou louco curado sem alvo,
flecha sem motivo para ir e chegar.

E vejo esses reflexos da luta,
meus reflexos na água
que são diversos
rostos incrédulos
ora convexos, ora côncavos
mas eu quero é que
só saúdam a vida,
pois o mar não vive só de  fúria.

Um bicho do mato,
perdido sozinho num campo livre.
O bicho do lado,
um guerreiro, um soldado, um ser a ser amado.
Apenas um de cada ou cada apenas um?

Os sintomas são os mesmos,
uma dica do dia, um dia uma dica
O mundo é de água, a água é o mundo
O mundo mora na água e a usa de nágua...
Nosso mundo um mar profundo.

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Para refletir...

"Eu li num livro 
Estava escrito nas entrelinhas 
Que um erro pode ser consertado 
E que uma pessoa não deve ser julgada apenas pelo seu passado 

Eu li num livro 
Que a esperança é a ultima que morre 
Que o covarde é o primeiro que corre 
E que um sonho as vezes é só um sonho 

Estava escrito em cada linha 
Que as vezes a culpa não é sua nem minha 
Que uma pessoa pode até viver sozinha 
Mas sempre vai precisar de alguém em seu coração 

Eu li num livro 
As palavras que eu gostaria de ter escrito 
Porque o que é belo nem sempre é bonito 
E um sussurro dito aos ouvidos 
poderá soar como um grito" 


André Luis Aquino

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Tá na hora de voltar à ativa ou não?

Saudades de posta coisa aqui, voltarei dentre em breve.

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Amanhã

Soturno,
gatuno
caminha pelos cantos 

Chega pelas beiradas
relembra,
de tu e nada mais.

Fica "Stand By"
Olha para o céu,
descansa
esvazia a mente.

Fecha os olhos,
pensa nos sonhos.
Não olha para trás.
Descanse


Lá vem o futuro, 
siga em frente
não relembre.

A escuridão,
chega
Os sonhos.
lembre dos sonhos.

Sem medo.
Fica "Stand by"

Olhe para o céu,
vejas as aves.
as nuvens
Olhe para o céu

Escute um rock.
Viva outros 'loves'
Distrai.

Assas de morcego
Desespero
Escuridão,
releio.

Olhe,
A muito onde teus olhos 
Não atentos, não retem

Imortal,
ninguém é
Sonhe,
sonhos são recline, distância.

Balance a cabeça, afirmativamente.
Suave, fique suave.
E sonhe a noite, o dia é para os atentos.

sábado, 15 de setembro de 2012

Agora

A mente dissipa, tudo aquilo que me limita
todo o espaço e tempo se reúnem para
cálculos de ideias e mais mora de moral.

Árduo e fatal,
mortal e dolor.
Vivo dores, vivo angústia
paro e reflito,
logo me reanimo.

Sigo novos lugares, procuro alguns mares
até em bares, amigos-amigos
somem.
Amores-amores,
cadê os renomes?


Chama eles, chama eu.
Todos se reúnem em breu.
Penso nas aves, penso nas fases
Liberdade e dificuldades.

Paro perto do fogo,
no meu peito arde outro.
Canto música, canto contos
canto cantos pelos cantos do mundo.

digo loucuras, lamúrias.
passo essa fase, mudo de ares.
Não me limito as lembranças
como você não se limita as minha ânsias.

Ouço o quê o mundo diz,
leio o que no mundo vi,
vil loucura
vil ternura


Muitos nas mãos de uns,
uns nada libertos
vil final
derradeiro será
sofrego será

Quem procura acha,
nessa vida
tempo passa, fazendo ou não
vil vida, vil é as decisões

que venha, que não venha
tu sabe onde mora.

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Nada Indecente

Muita destruição urbana para todos os lados,
Neblina incessante.

Os olhares que aqui vislumbraram um dia,
despreza.
Insensibilidade.

Não é questão de morte,
não é questão de sorte.

Há lugares para fugir,
bandos nefastos a seguir.

Não importa,
palavras favoritas de agora.

Não me importa,
sabor amargo de derrota.

Cantos melodiosos,
aos cantos não vago.
Nos cantos não paro

Siga vida, vida me segue
Não sou sua vida,
Sou a minha vida

Sangue nas veias,
vis labaredas 
vis derradeiras canções.

Se um dia, foi meu sonho
Ontem foi pesadelo.
Hoje é desejo
Amanhã, do amanhã nada sei

Mesmo amiga, não me quer
Menos ainda, me perdoar
Perco atenção
Diante de luar tão apavorante

Neblina escarlate, 
Jamais vingança

Jamais distância.

domingo, 13 de maio de 2012

Aquele que ainda te vê

A chama dissipante,
Ondulante, inquietante estado de viver.

Ululante estava, calmo fica
O sabor que dissipa.

Morte estado de ser,
vivo com os olhos incrédulos na ente que mente.

Vivo em mente, aquilo que não pode ser,
há de ter.

Passo seguinte, reviver.
Há lábios em meus lábios

Há cânticos em minha glória,
há sabor na vitória.

Desapego é desespero,
lembro-me de ti para não ter mazelo.


Os caminhos se fecham
No limiar da escuridão


Chego ao fim desse retorno,
sem nenhum estorvo...

Volto a meu povo,
E Siga-me o fraco, que forte será.

domingo, 25 de março de 2012

No apagar das luzes, no consciente apenas a vontade e aquele calor, aquela respiração ofegante, aquele olhar penetrante... querendo. Se aproximam, os sussurros de respiração nos ouvidos, a euforia aumenta no contato dos lábios, as mãos deles como veludo doce a toca, a abraça. As mãos deslizam com suavidade enquanto os lábios ganham mais e mais vida, ela sente a força emergindo, ele sente o amor se esvaindo e se transformando em carinho... Sem tirar os lábios, eles desce lentamente ao pescoço, os dedos procuravam os bicos... ele acariciou circularmente, os apertou com suavidade e os chamou a luz, para o beijo, para contado com a língua e para o delírio dela e aos arrepios itinerantes... enquanto a camisola saia, o ar começou a ter um sabor delicioso, os aromas se misturavam com a mesma voracidade dos corpos, as mãos mimicas se tornaram minuciosas... encontrando as partes mais delicadas, puxando o gostoso das sensações aos poros, puxando a mente as nuvens... as pontas dos lábios dele passa perto umbigo e desce, as mãos fortes apertam as coxas, ela morde os lábios e suspira. As mãos dela segura os cabelos dele, enquanto geme suplicas de amor e paixão.

domingo, 18 de março de 2012

Reclamo sem seduzir

Pode ser aceso,
Pode ser apagado
Mas este é o seu
Lar, doce lar
Alguém chama, você corre
Rios de emoção,
Ignore-me se quiser
Salvação é uma escolha
Salvação é uma mão estendida
Amar é convicção disto.

Você é um estado viral, encontrada na minha consciência humana
Você chegou e eu não me largo, coração
Mesmo que queira estar aqui, já se foi uma vez
Você se vai mais uma?
Talvez sim, talvez não...

Não me lembro bem, mas de novo
Sinto-me fraco sem entender
Meus olhos não te enxergam por perto
Só sei dizer sim e você meu amigo

Não sou mais livre,
Não sou mais vivo.
Minha mente me engana,
Acho que quero o que não se deve ter.

Onze, doze... Por ande andas não contam as mentiras, tocam
Todo mundo sabe, todo mundo viveu isso
Você em busca de contato, e eu esperando...
Até quando? O sol raia e nada que me saia de mais belo
Para um monte, para um todo, você se foi para um tolo
e deixou outro em um rolo de dúvidas.

quinta-feira, 15 de março de 2012

Trinca Ideia

Esse monarca,
Não tem marca para deixar
E sem alça para salvação
Clama por seu nome em vão.

Pouca espada
Para muito chão trilhar em batalha
Lá vem hordas inimigas
Em encalço de um nobre ancião.

Sabedoria para poucos saberem
Desse, descerá muito sangue nesse lugar
Sozinho, um amigo a procurar
Dor profunda, sem mais lugar, transbordar...