O sintomas são os mesmos,
o cair do dia
o amanhecer da noite...
sã e salvo
Sou louco curado sem alvo,
flecha sem motivo para ir e chegar.
E vejo esses reflexos da luta,
meus reflexos na água
que são diversos
rostos incrédulos
ora convexos, ora côncavos
mas eu quero é que
só saúdam a vida,
pois o mar não vive só de fúria.
Um bicho do mato,
perdido sozinho num campo livre.
O bicho do lado,
um guerreiro, um soldado, um ser a ser amado.
Apenas um de cada ou cada apenas um?
Os sintomas são os mesmos,
uma dica do dia, um dia uma dica
O mundo é de água, a água é o mundo
O mundo mora na água e a usa de nágua...
Nosso mundo um mar profundo.
segunda-feira, 6 de janeiro de 2014
sexta-feira, 8 de novembro de 2013
Para refletir...
"Eu li num livro
Estava escrito nas entrelinhas
Que um erro pode ser consertado
E que uma pessoa não deve ser julgada apenas pelo seu passado
Eu li num livro
Que a esperança é a ultima que morre
Que o covarde é o primeiro que corre
E que um sonho as vezes é só um sonho
Estava escrito em cada linha
Que as vezes a culpa não é sua nem minha
Que uma pessoa pode até viver sozinha
Mas sempre vai precisar de alguém em seu coração
Eu li num livro
As palavras que eu gostaria de ter escrito
Porque o que é belo nem sempre é bonito
E um sussurro dito aos ouvidos
poderá soar como um grito"
André Luis Aquino
Estava escrito nas entrelinhas
Que um erro pode ser consertado
E que uma pessoa não deve ser julgada apenas pelo seu passado
Eu li num livro
Que a esperança é a ultima que morre
Que o covarde é o primeiro que corre
E que um sonho as vezes é só um sonho
Estava escrito em cada linha
Que as vezes a culpa não é sua nem minha
Que uma pessoa pode até viver sozinha
Mas sempre vai precisar de alguém em seu coração
Eu li num livro
As palavras que eu gostaria de ter escrito
Porque o que é belo nem sempre é bonito
E um sussurro dito aos ouvidos
poderá soar como um grito"
André Luis Aquino
segunda-feira, 30 de setembro de 2013
segunda-feira, 24 de setembro de 2012
Amanhã
Soturno,
gatuno
caminha pelos cantos
Chega pelas beiradas
relembra,
de tu e nada mais.
Fica "Stand By"
Olha para o céu,
descansa
esvazia a mente.
Fecha os olhos,
pensa nos sonhos.
Não olha para trás.
Descanse
Lá vem o futuro,
siga em frente
não relembre.
A escuridão,
chega
Os sonhos.
lembre dos sonhos.
Sem medo.
Fica "Stand by"
Olhe para o céu,
vejas as aves.
as nuvens
Olhe para o céu
Escute um rock.
Viva outros 'loves'
Distrai.
Assas de morcego
Desespero
Escuridão,
releio.
Olhe,
A muito onde teus olhos
Não atentos, não retem
Imortal,
ninguém é
Sonhe,
sonhos são recline, distância.
Balance a cabeça, afirmativamente.
Suave, fique suave.
E sonhe a noite, o dia é para os atentos.
sábado, 15 de setembro de 2012
Agora
A mente dissipa, tudo aquilo que me limita
todo o espaço e tempo se reúnem para
cálculos de ideias e mais mora de moral.
Árduo e fatal,
mortal e dolor.
Vivo dores, vivo angústia
paro e reflito,
logo me reanimo.
Sigo novos lugares, procuro alguns mares
até em bares, amigos-amigos
somem.
Amores-amores,
cadê os renomes?
Chama eles, chama eu.
Todos se reúnem em breu.
Penso nas aves, penso nas fases
Liberdade e dificuldades.
Paro perto do fogo,
no meu peito arde outro.
Canto música, canto contos
canto cantos pelos cantos do mundo.
digo loucuras, lamúrias.
passo essa fase, mudo de ares.
Não me limito as lembranças
como você não se limita as minha ânsias.
Ouço o quê o mundo diz,
leio o que no mundo vi,
vil loucura
vil ternura
Muitos nas mãos de uns,
uns nada libertos
vil final
derradeiro será
sofrego será
Quem procura acha,
nessa vida
tempo passa, fazendo ou não
vil vida, vil é as decisões
que venha, que não venha
tu sabe onde mora.
todo o espaço e tempo se reúnem para
cálculos de ideias e mais mora de moral.
Árduo e fatal,
mortal e dolor.
Vivo dores, vivo angústia
paro e reflito,
logo me reanimo.
Sigo novos lugares, procuro alguns mares
até em bares, amigos-amigos
somem.
Amores-amores,
cadê os renomes?
Chama eles, chama eu.
Todos se reúnem em breu.
Penso nas aves, penso nas fases
Liberdade e dificuldades.
Paro perto do fogo,
no meu peito arde outro.
Canto música, canto contos
canto cantos pelos cantos do mundo.
digo loucuras, lamúrias.
passo essa fase, mudo de ares.
Não me limito as lembranças
como você não se limita as minha ânsias.
Ouço o quê o mundo diz,
leio o que no mundo vi,
vil loucura
vil ternura
Muitos nas mãos de uns,
uns nada libertos
vil final
derradeiro será
sofrego será
Quem procura acha,
nessa vida
tempo passa, fazendo ou não
vil vida, vil é as decisões
que venha, que não venha
tu sabe onde mora.
segunda-feira, 13 de agosto de 2012
Nada Indecente
Muita destruição urbana para todos os lados,
Neblina incessante.
Os olhares que aqui vislumbraram um dia,
despreza.
Insensibilidade.
Não é questão de morte,
não é questão de sorte.
Há lugares para fugir,
bandos nefastos a seguir.
Não importa,
palavras favoritas de agora.
Não me importa,
sabor amargo de derrota.
Cantos melodiosos,
aos cantos não vago.
Nos cantos não paro
Siga vida, vida me segue
Não sou sua vida,
Sou a minha vida
Sangue nas veias,
vis labaredas
vis derradeiras canções.
Se um dia, foi meu sonho
Ontem foi pesadelo.
Hoje é desejo
Amanhã, do amanhã nada sei
Mesmo amiga, não me quer
Menos ainda, me perdoar
Perco atenção
Diante de luar tão apavorante
Neblina escarlate,
Jamais vingança
Jamais distância.
domingo, 13 de maio de 2012
Aquele que ainda te vê
A chama dissipante,
Ondulante, inquietante estado de viver.
Ululante estava, calmo fica
O sabor que dissipa.
Morte estado de ser,
vivo com os olhos incrédulos na ente que mente.
Vivo em mente, aquilo que não pode ser,
há de ter.
Passo seguinte, reviver.
Há lábios em meus lábios
Há cânticos em minha glória,
há sabor na vitória.
Desapego é desespero,
lembro-me de ti para não ter mazelo.
Os caminhos se fecham
No limiar da escuridão
No limiar da escuridão
Chego ao fim desse retorno,
sem nenhum estorvo...
Volto a meu povo,
E Siga-me o fraco, que forte será.
domingo, 25 de março de 2012
No apagar das luzes, no consciente apenas a vontade e aquele calor, aquela respiração ofegante, aquele olhar penetrante... querendo. Se aproximam, os sussurros de respiração nos ouvidos, a euforia aumenta no contato dos lábios, as mãos deles como veludo doce a toca, a abraça. As mãos deslizam com suavidade enquanto os lábios ganham mais e mais vida, ela sente a força emergindo, ele sente o amor se esvaindo e se transformando em carinho... Sem tirar os lábios, eles desce lentamente ao pescoço, os dedos procuravam os bicos... ele acariciou circularmente, os apertou com suavidade e os chamou a luz, para o beijo, para contado com a língua e para o delírio dela e aos arrepios itinerantes... enquanto a camisola saia, o ar começou a ter um sabor delicioso, os aromas se misturavam com a mesma voracidade dos corpos, as mãos mimicas se tornaram minuciosas... encontrando as partes mais delicadas, puxando o gostoso das sensações aos poros, puxando a mente as nuvens... as pontas dos lábios dele passa perto umbigo e desce, as mãos fortes apertam as coxas, ela morde os lábios e suspira. As mãos dela segura os cabelos dele, enquanto geme suplicas de amor e paixão.
domingo, 18 de março de 2012
Reclamo sem seduzir
Pode ser aceso,
Pode ser apagado
Mas este é o seu
Lar, doce lar
Alguém chama, você corre
Rios de emoção,
Ignore-me se quiser
Salvação é uma escolha
Salvação é uma mão estendida
Amar é convicção disto.
Você é um estado viral, encontrada na minha consciência humana
Você chegou e eu não me largo, coração
Mesmo que queira estar aqui, já se foi uma vez
Você se vai mais uma?
Talvez sim, talvez não...
Não me lembro bem, mas de novo
Sinto-me fraco sem entender
Meus olhos não te enxergam por perto
Só sei dizer sim e você meu amigo
Não sou mais livre,
Não sou mais vivo.
Minha mente me engana,
Acho que quero o que não se deve ter.
Onze, doze... Por ande andas não contam as mentiras, tocam
Todo mundo sabe, todo mundo viveu isso
Você em busca de contato, e eu esperando...
Até quando? O sol raia e nada que me saia de mais belo
Para um monte, para um todo, você se foi para um tolo
e deixou outro em um rolo de dúvidas.
Pode ser apagado
Mas este é o seu
Lar, doce lar
Alguém chama, você corre
Rios de emoção,
Ignore-me se quiser
Salvação é uma escolha
Salvação é uma mão estendida
Amar é convicção disto.
Você é um estado viral, encontrada na minha consciência humana
Você chegou e eu não me largo, coração
Mesmo que queira estar aqui, já se foi uma vez
Você se vai mais uma?
Talvez sim, talvez não...
Não me lembro bem, mas de novo
Sinto-me fraco sem entender
Meus olhos não te enxergam por perto
Só sei dizer sim e você meu amigo
Não sou mais livre,
Não sou mais vivo.
Minha mente me engana,
Acho que quero o que não se deve ter.
Onze, doze... Por ande andas não contam as mentiras, tocam
Todo mundo sabe, todo mundo viveu isso
Você em busca de contato, e eu esperando...
Até quando? O sol raia e nada que me saia de mais belo
Para um monte, para um todo, você se foi para um tolo
e deixou outro em um rolo de dúvidas.
quinta-feira, 15 de março de 2012
Trinca Ideia
Esse monarca,
Não tem marca para deixar
E sem alça para salvação
Clama por seu nome em vão.
Pouca espada
Para muito chão trilhar em batalha
Lá vem hordas inimigas
Em encalço de um nobre ancião.
Sabedoria para poucos saberem
Desse, descerá muito sangue nesse lugar
Sozinho, um amigo a procurar
Dor profunda, sem mais lugar, transbordar...
Não tem marca para deixar
E sem alça para salvação
Clama por seu nome em vão.
Pouca espada
Para muito chão trilhar em batalha
Lá vem hordas inimigas
Em encalço de um nobre ancião.
Sabedoria para poucos saberem
Desse, descerá muito sangue nesse lugar
Sozinho, um amigo a procurar
Dor profunda, sem mais lugar, transbordar...
domingo, 11 de março de 2012
Eu, 'nigma
O soturno lar,
Cada vasto canto
No seu detalhe é um risco
É uma viagem ao meu mundo.
Em meu mundo,
Há muito do que não contar
Cada mistério é um enigma desvendado, embrulhado e
Não te entregue.
Que venham perguntas,
que não serão respondidas
que ficarão no vago eterno
Vácuo humilde de procissão.
Por menor que seja, ou que seja, não importa.
Seus olhos podem não ser azuis,
Seus seios podem não ser grandes ou serem meus.
Mas você, pôde ser para mim, um inigualável apreço.
Cada vasto canto
No seu detalhe é um risco
É uma viagem ao meu mundo.
Em meu mundo,
Há muito do que não contar
Cada mistério é um enigma desvendado, embrulhado e
Não te entregue.
Que venham perguntas,
que não serão respondidas
que ficarão no vago eterno
Vácuo humilde de procissão.
Por menor que seja, ou que seja, não importa.
Seus olhos podem não ser azuis,
Seus seios podem não ser grandes ou serem meus.
Mas você, pôde ser para mim, um inigualável apreço.
quarta-feira, 7 de março de 2012
A Lamúria do condenado
A densidade do carma,
Não pode ser medido em apenas alguns conta-gotas.
A tenacidade dos atos, corresponde a prudência
Uma fatalidade tão mortal quanto a desculpa deslavada.
Tão a salvo, orador do coro
E que o coro te leve.
Renutrir, é compaixão ensaiada
Apenas de obrigações são reinados os homens.
Ando por caminhos desconhecidos,
Caminhos de vida e morte,
Caminhos do mundo onde vivo, morto.
Busco pela minha liberdade, apesar de nunca ter sido escravizado;
Busco por minhas asas
Assas essas que tanto ambiciono, mas que nunca alcanço.
Assas essas que nunca tive... nunca terei.
Ambiciono uma liberdade que nunca vivi...
Gostaria de ser livre como um pássaro, gostaria de voar,
Mas assas não pertencem a humanos, apenas a anjos
E para o céu já não posso mais voltar.
Sou humano, sou pecador...
Tenho livre arbítrio, mas não me sinto livre
Me sinto mais como um condenado, que vive trancado numa prisão chamada, vida humana.
Vida humana, Alma assombrada pelo próprio desejo, porque se lamenta em meio a essa solidão?
És tão normal e comum quanto qualquer outro, então porque se lamentar?
Sente-se só, porque sempre se mantém só...
És o único culpado pelo seu próprio sofrimento;
És o único incompreensível para sua própria compreensão...
Uma alma amargurada, por desejos tolos
Não pode ser medido em apenas alguns conta-gotas.
A tenacidade dos atos, corresponde a prudência
Uma fatalidade tão mortal quanto a desculpa deslavada.
Tão a salvo, orador do coro
E que o coro te leve.
Renutrir, é compaixão ensaiada
Apenas de obrigações são reinados os homens.
Ando por caminhos desconhecidos,
Caminhos de vida e morte,
Caminhos do mundo onde vivo, morto.
Busco pela minha liberdade, apesar de nunca ter sido escravizado;
Busco por minhas asas
Assas essas que tanto ambiciono, mas que nunca alcanço.
Assas essas que nunca tive... nunca terei.
Ambiciono uma liberdade que nunca vivi...
Gostaria de ser livre como um pássaro, gostaria de voar,
Mas assas não pertencem a humanos, apenas a anjos
E para o céu já não posso mais voltar.
Sou humano, sou pecador...
Tenho livre arbítrio, mas não me sinto livre
Me sinto mais como um condenado, que vive trancado numa prisão chamada, vida humana.
Vida humana, Alma assombrada pelo próprio desejo, porque se lamenta em meio a essa solidão?
És tão normal e comum quanto qualquer outro, então porque se lamentar?
Sente-se só, porque sempre se mantém só...
És o único culpado pelo seu próprio sofrimento;
És o único incompreensível para sua própria compreensão...
Uma alma amargurada, por desejos tolos
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