quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Motivo

O coração sempre dispara com sussuros,
Com olhares indiscretos e travessos.
Com a malícia sedutora de um bom sonhador.

A cada instante, a cada gole de uma bebida nova e misteriosa.
A cada valorosa garfada, de um prato favorito.
Com a melhor companhia que eu poderia ter, um amor desfrutado a luz do luar.

Não é atoa que não sorrio o tempo todo,
E deixo de ser sério com sua presênça.
Viver é uma delícia, que me faz trabalhar cada gota de suor e transformar em valor.

Fazer valer a pena,
Cada momento,
Com cada pessoa.
Isso é saber viver.
Esse sou eu e você.

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Professor

Uma Pessoa enfrenta diversos desafios, logo, se percebe a magnitude de uma atitude ou ato de boa fé proporciona. Hoje, nesta sexta-feira quente, enfrentei desafios que nunca pensei que um dia caíra em minhas mãos. Essas mãos que foram firmes, mesmo com o suor nervoso, da estreia, daquela primeira vez inesquecivel. Conheci o ponto chave do meu limite para resolver problemas, mas, mesmo no detalhe mais banal, eu passei a varredura e analisei. Foi difícil, não nego. Porém, uma senhora dos serviços gerais e uma moça da secretaria, daquelas de atendimento mesmo, foram estas, essas duas que estenderão as mãos com um sorriso no rosto, me orientarão e me ajudarão no que eu precisava. Foi com esse esforço que comecei meu longo caminho como professor.

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Crianças da Noite

Sorrisos de um, dois, sem honra.
Moradia, mordida que marca.
Faces, vários lados de uma mesma moeda.
Varias vezes, varias tristezas que corrompidas pela solidão
São como o luar inalcançável no lago
A união devassa.

A noite escassa e o Circo lasso.
Faço, o que menos me perdoaria.
Derramo prantos de divergências.
Pouco ligo para esse dissentimento.
Pois, se não há mais sentimento algum em ti.

Convoco Legiões,
Muitos dirão, loucura.
Outros, uivaram ao tambor da guerra.
Regozijar, no fim todos irão.
Para o fraldário buscar suas crianças,
que nada sabem e que um dia irão de saber.

E a ira, logo os tomaram.
Com ganancia, logo reinaram.
Da luxuria, logo iram gozar.
Do mártir, vão participar
uivaram ao tambor da guerra
Serão novos lobos solitários
Como eu e você.

domingo, 27 de junho de 2010

A Sombra do Vento

Ah, o que você me faz é uma tortura
Vai além de qualquer amargura.
Não sei se o tempo deixei passar,
Ou se algo errado fragmentado deixei rolar.

Mas que sei que você não me adicionou a tua vida,
Eu sei, eu sei que o olhar gerou o maior desconforto.
O choro será o verdadeiro porto seguro.
Onde os ventos sopram para todos os lados, sem dó.
E o que o vento levar, aqui não voltará.
Por onde o vento passar, sombra alguma haverá.

Essa sombra do vento, foi minha maior glória, meu maior conforto e amor,
Foi de uma deverás paixão.

sexta-feira, 4 de junho de 2010

O Retorno das Terras Estranhas

Todos os dias,
sinto o meu coração pesar
E Sobre meu ombros vejo o seu semblante.
Que radia a lua, para escurecer mais o ambiente.
Isso passa sociedade, sinta minha atmosfera.

Nunca mais,
Serei o mesmo.
Nunca mais,
Terei outro erro.

O coração de uma jovem,
Junto à ela se menstrua
ao desespero e a dor.

Fico a observar,
sinto pena, sinto o céu e o vento.
E a sombra passa com as coordenadas do sol.

Aquela que me olha,
Perdeu o foco,
E jamais olhará ou ousará a me ver.
Seu coração se cicatrizou, e a mim não se despejou.

Sinto o tempo passar,
Sinto pena de mim, o frio do vento e o lado negro do céu.
Me sinto sábio, me sinto pário.
Sem semelhantes a meu redor.

Quando noto ela,
reparo e entristeço
Logo, a desejo.
O seu olhar, a sua ousadia e a seus belos lábios.

Me sinto uma múmia, agora.
Desorientado e perdido no tempo.
As areias nos olhos e a moeda que gira à caí,
Tudo faz parte de mim.

E nunca mais,
Irei sonhar com os belos mares.
E jamais, me tornarei sucumbido a seus desejos
Por não ser seu e de sua galáxia, de seu universo.

Nós devemos ser livres
E Não viveremos na escravidão.

sábado, 1 de maio de 2010

Noites e Sangue


Rosas manchadas de sangue
Choram ao relento da noite antes
Que meu corpo grite por falta
Sua e a tristeza parta
Realça o vazio da noite escura
Não posso dizer que minha vida esta junta a sua
Noites vazias e sombrias
Saudades escaldantes sem alegrias
Me encontro no desencontro das almas
Complementares, mas que a saudade
E tristeza me façam apenas uma peça
Da solidão até a morte, que saudade!
A juventude se esvaiu
O sol, a lua o traiu
Noite eterna, lua cheia
Coração derretido com manteiga
Aquecida no fogo das paixões
Contemplada com os corações afogados nas emoções.
Traíras! Somos apenas vitimas dos sentimentos despertados por uma imagem bela, a imagem interna do objeto cobiçado.
Viramos bagaços.

(Camila Reis 30/04/2010)

sábado, 24 de abril de 2010

Sonhos Destruídos

O Pingar do Suor no rosto, as lágrimas de sangue nos olhos
Vem chamas na minha alma.
São essas chamas que abrem meu coração em uma escuridão profunda.
Elas vem do Chão como um tremor de angustias
Esse é o vento do Inferno que espalha ódio por onde passa...
Me resta apenas, algumas jóias de prazer, jogadas às mãos da luxuria.
Como um veneno mortal, que exerce medo em meus desejos
E cospe sem dó, incessantemente em mentiras e devaneios.
Então em meus olhos, Os cem anos iniciais de dor dos escravos... O prazer e a vingança dos Reis
Morrem em fim tremulo nas palavras de um grande amigo,
Que Só Espero Ouvi-lo outra vez.
E Eu ainda tento chorar, mas minhas lágrimas se secaram.
Venha inexorável chuva devastadora
Leve consigo em uma correnteza, as minhas lamurias
O sangue em meu coração dança em prol do amor, aniquilador tom indigesto
Coagula Possantes Desventuras, arrepiam os cabelos com tais ternuras.
Sempre fomos assim, para livrar nossa dor
De arder em febre, os verdadeiros piratas da morte.
Sedentos no jogo da lei.
E de que adianta se chocar com os prantos da discórdia... corremos, corremos.
Do martelo feito dos fragmentos de maus pensamentos...
Sofre atrito à bigorna e explode a glória.
A glória dos desesperados.
Logo vem uma cena de um funeral obscuro, verdadeira discussão de paz, erros e desgostos.
É um destino contínuo, uma raça presa.
Terror de Duas Almas Conjuntas,
Grandes Amigos na Glória e no Fim
Com Corações Despedaçados.

DRAGÃO DOURADO


Hoje eu sou esse monstro
Fruto de você e dela
Uma criança morta
Perdida dentro dos olhos de um adulto.
Hoje eu sou um dragão imortal
Cheio de paz e
Descrente de esperança
Imortal na sua lembrança
Descendente do desamor
E sem espaço para sentir dor.
Você me criou,
Pra que rancor?
Eu queria ser um anjo
Eu queria ter sido moldada por um artesão
Que não carrega ódio,
Apenas um coração
Repleto de amor.
Ele me dará alternativas
Me dará alegrias
As vezes sentirei tristezas
Mas tudo isso faz parte da vida.
As cores douradas das minhas asas reluzirão no céu
O meu coração flamejará em vermelho sangue
Os meus olhos escuros como a noite
Mas minha alma estará livre
E meu coração estará flutuando no azul celeste.
Perderei a dor, o ódio, o rancor.
Perdoarei, porque é a maior prova de amor.

sábado, 17 de abril de 2010

Coração Que Chora

Passa os Dias...
Canto aos céus um novo.
Um novo vem,
cada vez mais belo.
E cada vez mais meu copo cheio esvazia.

Penso em como tudo seria se todos fossem das mesmas ideias.
E cada vez que penso, mais enlouqueço ao ver o copo menos cheio.
Mando um beijo a quase todas, desejo alegria.
E quando suas tristezas me contam, um beijo maior mando.

Mesmo com um copo vazio
E nada para comemorar.
A tristeza num tem força em mim.
Estou a sorrir e tagarelar.

Das minhas alegrias, encher o copo e ficar ao som da música e aos papos com amigos.
Aquilo que queres chora, aquilo que quero... Transborda.
Os amigos contam lorotas, eu conto fato.
Falo as vezes demais, as vezes do nada calo.

Deixo no ar o desejo
Uma flor que brota num corpo morto em meio a desastres.
Reflito tudo, e num resolvo nada.
A leitura das ideias me ajuda.
Conto tudo, e num falo muito.
Quando falo muito, não digo nada.

Contador, Conselheiro, um amigo
Eu sou.
Um amor para vida toda? ainda não sei...
Uma flor? ah, isso eu sei... é aquilo que quero.
Coração chora, eu entristeço.
Mando um Beijo.

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Como se ....

Passo pela noite, já cansado de tanto andar juntando na minha memória, as lágrimas que escorregam há despedidas no mesmo número de encontros e eu acreditava que o tempo iria continuar infinitamente agora eu abraço até as palavras usadas que nos machucaram e só de olhar para trás, me sinto sozinho Como eu posso te amar? como eu posso te sentir? sem você as numerosas lembranças enterram o meu tempo nascemos na mesma época e nos encontramos para testar o amor de cada um Eu ainda lembro, no amanhã sem respostas o dia a dia em que procuravamos pelos sonhos mais uma vez, diante do céu grande e infinito, perguntando o significado de termos nascido o significado de vivermos agora!!~

ás vezes sinto que eh difícil continuar a viver e representava ser alguém que não conseguia ser sincero ao te amar, ao ser ferido por você percebi no significado profundo da palavra, amor vvocê lembra, do primeiro dia que nos encontramos? no dia em que víamos o mesmo sonho? mais uma vez, diante do céu grande e infinito, perguntando o significado de termos nascido o significado de vivermos agora Como eu posso te amar? como eu posso te sentir? sem você

terça-feira, 30 de março de 2010

Viajem de Trem

"(..) Eu Fico pensando, se quando eu descer desse trem sentirei saudades? Sim, me separar de alguns amigos que fiz nele, será um tanto dolorido(...)"

quinta-feira, 18 de março de 2010

A Fugitiva

Mais uma saga termina,
E o coração debate das novas escolhas
Cada cicatriz no peito,
Uma desculpa para ir fora da tentação.

Me Mastigaram as palavras,
a nojeira explode em meu ouvido.
A fugitiva, se diz santa

Martelo o que se diz paixão,
Cravo nela o amor sem condicional.
Ela se Curva sem medo
E não se diz mais santa.