Vampiro noturno que brilha uma luz tão viva no seio das trevas.
Será essa a imagem da mulher que no abismo da perdição mantém-se pura?
Que beleza é descobrir o desencanto
Mais vai passar, é só um temporal.
E quando passar, Seja de muito Mal.
Por que até mesmo a bondade em demasia, morre sobre o do próprio excesso!
Como que por Encanto.
domingo, 21 de junho de 2009
quinta-feira, 18 de junho de 2009
Em última instância
Dreno meu próprio cérebro,
para encontra as palavras certas
que sumiram da língua para o ar, e agora?
Neurónios horrendos
sodomizam a minha fala,
fodem com tudo.
Acabam com a minha carta,
docemente planeada,
que com linhas brancas, estão.
Sem nenhuma palavra escrita, nem dita
você me critica, sem saber
o por que as palavras não fluíram, deixo a dúvida
Estampada na carne, na cara
Na cicatriz deixada no coração.
para encontra as palavras certas
que sumiram da língua para o ar, e agora?
Neurónios horrendos
sodomizam a minha fala,
fodem com tudo.
Acabam com a minha carta,
docemente planeada,
que com linhas brancas, estão.
Sem nenhuma palavra escrita, nem dita
você me critica, sem saber
o por que as palavras não fluíram, deixo a dúvida
Estampada na carne, na cara
Na cicatriz deixada no coração.
Abjurador do Horror
Moribundos andam pelo mundo, comem do que tu planta e você o que eles cagam.
Mais o sonho não acaba aqui, você acredita em anjos e arcanjos. Todos Situados num alado santuário.
Se a viu o vil, eu não sei, Mais corteja os montes de neve em prole da glória.
Jorra a danação, chora lágrimas de um coração que não aflora, só solta uma tendência de vitória,
Que a batalha agora não deixa por fora. Em instantes de pensar a escuridão não deixa desperta.
Demónios soltam grunhidos, que os males atraem
Guturais, que são divinos arpejos das cordas vocais, que nessa sala, eu inalo pelos ouvidos, como se fosse possível.
Um Horror que fica em meu rosto, uma Sutura infernal
Que Só incremento com letras de terror.
Sem dó, Ó que horror!
Mais o sonho não acaba aqui, você acredita em anjos e arcanjos. Todos Situados num alado santuário.
Se a viu o vil, eu não sei, Mais corteja os montes de neve em prole da glória.
Jorra a danação, chora lágrimas de um coração que não aflora, só solta uma tendência de vitória,
Que a batalha agora não deixa por fora. Em instantes de pensar a escuridão não deixa desperta.
Demónios soltam grunhidos, que os males atraem
Guturais, que são divinos arpejos das cordas vocais, que nessa sala, eu inalo pelos ouvidos, como se fosse possível.
Um Horror que fica em meu rosto, uma Sutura infernal
Que Só incremento com letras de terror.
Sem dó, Ó que horror!
quarta-feira, 17 de junho de 2009
Sempre Mortal
No solo,
Com areia em minha cara,
sem consolo.
Bom, bom não é e nem seria.
Loucuras meu bem,
terror da mente, ilusão
criada para enganar minha visão.
bandidos, fugitivos.
Bola de neve,
que aqui não existe.
Apenas areia, que na minha cara estão.
Não sinto fome, mais sei quem sente.
Não sinto o horror, mais sei
E como sei. Estão Além dessa fronteira
além da onde eu consigo ver.
Mortais, que como eu, morrem.
Com areia em minha cara,
sem consolo.
Bom, bom não é e nem seria.
Loucuras meu bem,
terror da mente, ilusão
criada para enganar minha visão.
bandidos, fugitivos.
Bola de neve,
que aqui não existe.
Apenas areia, que na minha cara estão.
Não sinto fome, mais sei quem sente.
Não sinto o horror, mais sei
E como sei. Estão Além dessa fronteira
além da onde eu consigo ver.
Mortais, que como eu, morrem.
segunda-feira, 15 de junho de 2009
Um Fantasma
Um Vampiro, Uma Jugular
Cujo o nome do condenado
ninguém quis saber.
Triste, agora é apenas um Fantasma.
Lembrança, esquecida.
Fruto da imaginação alheia.
Com Corte profundo, a veia transborda o sangue
Só uma Jugular ferida.
Perto do Órgão,
toca com dó,
no fundo do coração
Triste, agora é apenas um fantasma.
Agora escravo das vontades,
Dos olhares Vermelhos de sangue.
Sim. Do Vampiro.
Triste, agora é apenas um Fantasma
Que não atravessa paredes, enfim de fuga.
Apenas acorrentado,
descendo os degraus descalço,
á açoitar.
Fale comigo condenado,
Levante da discórdia.
"Meu fim,
Agora Chove, Faz frio.
Caí granizo"
Triste, Agora é apenas um Fantasma.
Cujo o nome do condenado
ninguém quis saber.
Triste, agora é apenas um Fantasma.
Lembrança, esquecida.
Fruto da imaginação alheia.
Com Corte profundo, a veia transborda o sangue
Só uma Jugular ferida.
Perto do Órgão,
toca com dó,
no fundo do coração
Triste, agora é apenas um fantasma.
Agora escravo das vontades,
Dos olhares Vermelhos de sangue.
Sim. Do Vampiro.
Triste, agora é apenas um Fantasma
Que não atravessa paredes, enfim de fuga.
Apenas acorrentado,
descendo os degraus descalço,
á açoitar.
Fale comigo condenado,
Levante da discórdia.
"Meu fim,
Agora Chove, Faz frio.
Caí granizo"
Triste, Agora é apenas um Fantasma.
domingo, 14 de junho de 2009
Cacete, que frio...
Silêncio maravilhoso,
Acalma meu nervosismo,
faz eu pensar direito
o que eu fiz e o porque fiz.
Carma,
doloroso sorriso reluzente.
Passos largos num caminho de tijolos,
sem degrau algum, numa subida árdua.
Dez palmos para sangrar
Dez leis em sacramento.
Dez passos para santuário,
Dez coisas em certas formas, sobretudo carma.
Madrugada fria,
sem calor, para aquecer.
sem coberto, para cobri
cacete, que frio...
Foi a frase que vi, que li.
Acalma meu nervosismo,
faz eu pensar direito
o que eu fiz e o porque fiz.
Carma,
doloroso sorriso reluzente.
Passos largos num caminho de tijolos,
sem degrau algum, numa subida árdua.
Dez palmos para sangrar
Dez leis em sacramento.
Dez passos para santuário,
Dez coisas em certas formas, sobretudo carma.
Madrugada fria,
sem calor, para aquecer.
sem coberto, para cobri
cacete, que frio...
Foi a frase que vi, que li.
sábado, 13 de junho de 2009
No fundo de um bar
A ver meus castelos se desmoronar,
Passei dois ou três anos nos fundos de um bar.
As mesmas bebidas cuja as garrafas estavam empoeiradas e o cheiro de mofo tomava o lugar
Sim, eu estava lá.
Embriagada em minha lucidez, apenas sentido o álcool entrar em minhas narinas sem ao menos minha língua sorver.
Os mesmos discos, os mesmos risos, os mesmos rostos repedidos e eu morta psicologicamente apenas com 16 anos
E desta vez eu não tinha olhos insanos,
Eu já nem tinha olhos.
O mel que ele tinha havia se secado por completo
E mesmo com as enchentes que o alagam quando lembro...
Eles permanecem secos
Nem quando a bebida me toca e eu me ponho a bailar eles se comovem de forma sincera e sua cor nada faz para expressar.
Eu com apenas 16 anos sem nada a pensar
Somente a acompanhar o meu quarto adolescente cheio de vida fugaz com o fun do de um bar.
O meu sono é onde me refugio sem pensar, como se ele fosse a bebida a me abraçar
Os discos, os risos e os rostos repetidos tentam me despertar.
E eu anestesiada com minha própria existência e solidão continuo assim
Apenas uma adolescente morta no fundo de um bar.
Passei dois ou três anos nos fundos de um bar.
As mesmas bebidas cuja as garrafas estavam empoeiradas e o cheiro de mofo tomava o lugar
Sim, eu estava lá.
Embriagada em minha lucidez, apenas sentido o álcool entrar em minhas narinas sem ao menos minha língua sorver.
Os mesmos discos, os mesmos risos, os mesmos rostos repedidos e eu morta psicologicamente apenas com 16 anos
E desta vez eu não tinha olhos insanos,
Eu já nem tinha olhos.
O mel que ele tinha havia se secado por completo
E mesmo com as enchentes que o alagam quando lembro...
Eles permanecem secos
Nem quando a bebida me toca e eu me ponho a bailar eles se comovem de forma sincera e sua cor nada faz para expressar.
Eu com apenas 16 anos sem nada a pensar
Somente a acompanhar o meu quarto adolescente cheio de vida fugaz com o fun do de um bar.
O meu sono é onde me refugio sem pensar, como se ele fosse a bebida a me abraçar
Os discos, os risos e os rostos repetidos tentam me despertar.
E eu anestesiada com minha própria existência e solidão continuo assim
Apenas uma adolescente morta no fundo de um bar.
Mistério que se chama Lady Death †
Saudações aos mortais que leem este blog... Espero que gostem do texto e comentem mto..
Beijos gélidos, Lady Death†
"Gosto dos venenos mais lentos, das bebidas mais amargas, das drogas mais poderosas, das idéias mais insanas, dos pensamentos mais complexos, dos sentimentos mais fortes…
Tenho um apetite voraz e os delírios mais loucos.
Você pode até me empurrar de um penhasco que eu vou dizer:
- E daí? Eu adoro voar!
Não me dêem fórmulas certas, porque eu não espero acertar sempre.
Não me mostrem o que esperam de mim, porque vou seguir meu coração.
Não me façam ser quem não sou.
Não me convidem a ser igual, porque sinceramente sou diferente.
Não sei amar pela metade. Não sei viver de mentira.
Não sei voar de pés no chão.
Sou sempre eu mesma, mas com certeza não serei a mesma pra sempre..."
Clarice Lispector
Beijos gélidos, Lady Death†
"Gosto dos venenos mais lentos, das bebidas mais amargas, das drogas mais poderosas, das idéias mais insanas, dos pensamentos mais complexos, dos sentimentos mais fortes…
Tenho um apetite voraz e os delírios mais loucos.
Você pode até me empurrar de um penhasco que eu vou dizer:
- E daí? Eu adoro voar!
Não me dêem fórmulas certas, porque eu não espero acertar sempre.
Não me mostrem o que esperam de mim, porque vou seguir meu coração.
Não me façam ser quem não sou.
Não me convidem a ser igual, porque sinceramente sou diferente.
Não sei amar pela metade. Não sei viver de mentira.
Não sei voar de pés no chão.
Sou sempre eu mesma, mas com certeza não serei a mesma pra sempre..."
Clarice Lispector
quarta-feira, 10 de junho de 2009
Dores, Muitas Dores
Dores, muitas dores
num mundo sujo.somente a sua crença.
mais nada.Terrível caminho de pedras,
cheio de obstáculos e desafios
cada vez mais complexos,
todos sem nexo.
Corrompidos pela incerteza
A Alma humana, só podia ser
caçada pela ambição das trevas.
Poder sem limites.
Caído,
ó, anjo sofrido
se contente com o erro.
salve-se com o doce sangue jovem.
Viva além da vida em mares de gente,
gente podre, gente humana
e sinta dores,
muitas dores.
Num coração que sangra, um doce sangue jovem.
terça-feira, 9 de junho de 2009
Penumbra de Lembranças
Penumbra de Lembranças
Daqueles Momentos onde,
Houve Palavras que Faltaram,
E Coisas Erradas que Saltaram.
Outra Chance na Disputa dos Corações,
Outra Chance para ir ao Auge das Emoções
Sem Pestanejar, Sem Despencar.
A Culpa é Minha, a Culpa é sua
A Culpa é Nossa.
Sofrido de Esquecer, Lembrei.
Sofrido para Ter, Nem Tive.
Sofrido te Querer, Eu Quero.
Sofrido é ter outro, Tem Outro ?
Nem sei.
Guardei Tudo em Mim.
Carrega-las é difícil, Dói.
Penumbra de Lembranças
Em Chamas Vivas, Muito Vivas.
Tenho seu Rosto como um Quadro
Guardado em Minha Cabeça,
E a Vejo Quase em Todos os Momentos do Dia
E Penso. Será Que Você Não é, só um Sonho Bom Que eu Tive ?
Em Minha Vida ? Como Eu Quero Que Não.
Daqueles Momentos onde,
Houve Palavras que Faltaram,
E Coisas Erradas que Saltaram.
Outra Chance na Disputa dos Corações,
Outra Chance para ir ao Auge das Emoções
Sem Pestanejar, Sem Despencar.
A Culpa é Minha, a Culpa é sua
A Culpa é Nossa.
Sofrido de Esquecer, Lembrei.
Sofrido para Ter, Nem Tive.
Sofrido te Querer, Eu Quero.
Sofrido é ter outro, Tem Outro ?
Nem sei.
Guardei Tudo em Mim.
Carrega-las é difícil, Dói.
Penumbra de Lembranças
Em Chamas Vivas, Muito Vivas.
Tenho seu Rosto como um Quadro
Guardado em Minha Cabeça,
E a Vejo Quase em Todos os Momentos do Dia
E Penso. Será Que Você Não é, só um Sonho Bom Que eu Tive ?
Em Minha Vida ? Como Eu Quero Que Não.
segunda-feira, 8 de junho de 2009
Frio
Recriado da escuridão.
Ó, senhor
Sinto o Frio cortante, Penetrante.
O corpo todo dormente.
O ar gélido entra em minha carne,
Como uma faca ( muitas facas), muito afiadas.
A dormência dos músculos
Me intimidam, chiam.
Gritam de Frio,
E meus lábios (doce lábios de carne e sangue),
Sopram nuvens, mais brancas que as nuvens do céu
E mais limpas que a água que tu bebes.
Ó, Frio cortante, decente.
Minhas pernas tremem
Em cada passo que dou,
Me causa dor, muita dor
Tudo culpa sua,
Ó, Frio indolente, que nunca vai embora.
Frio de Verão, Frio de Tesão.
Cai lágrimas geladas, que sinto em Trajetória uniforme
Para a boca roxa, de lábios roxos, de carne e sangue.
Ó, Frio que és que nem mil facas em meu abdómen,
Tire o "Refrão de Bolero" de minha cabeça, e Tire aquilo que mais me faz sofrer.
Aquela dúvida maldita. Só quero aquecer o coração.
Ó, Frio cortante, decente.
Ó, Frio indolente, que nunca vai embora.
Ó, senhor
Sinto o Frio cortante, Penetrante.
O corpo todo dormente.
O ar gélido entra em minha carne,
Como uma faca ( muitas facas), muito afiadas.
A dormência dos músculos
Me intimidam, chiam.
Gritam de Frio,
E meus lábios (doce lábios de carne e sangue),
Sopram nuvens, mais brancas que as nuvens do céu
E mais limpas que a água que tu bebes.
Ó, Frio cortante, decente.
Minhas pernas tremem
Em cada passo que dou,
Me causa dor, muita dor
Tudo culpa sua,
Ó, Frio indolente, que nunca vai embora.
Frio de Verão, Frio de Tesão.
Cai lágrimas geladas, que sinto em Trajetória uniforme
Para a boca roxa, de lábios roxos, de carne e sangue.
Ó, Frio que és que nem mil facas em meu abdómen,
Tire o "Refrão de Bolero" de minha cabeça, e Tire aquilo que mais me faz sofrer.
Aquela dúvida maldita. Só quero aquecer o coração.
Ó, Frio cortante, decente.
Ó, Frio indolente, que nunca vai embora.
sábado, 6 de junho de 2009
O Néon da Cidade
Ei! É você mesmo,
Não perca seu coração de criança,
que faz tanta falta no mundo de hoje,
Tão agitado e violento,
Um pouco banal, não?
Bem, Quem se importa ?
Quando as luzes diminuem
No meio da noite
E a cidade vira selva
E luzes de néon iluminam a cidade
É quando o sangue dela começa a ferver.
Acho que você irá se sentir como se fizesse parte.
Tolo, eu sei
Você deveria ter previsto isto
Quando rolou os dados
Cada vez mais profundo, caindo
Para longe de seu paraíso
Conto com as lágrimas
Tudo que você vê é ilusão,
E tudo o que sinto é silenciar confusão,
E se nós todos não fossemos irmãos
Então Vamos olhar para este mundo !!!
Meus sonhos permanecem os mesmos
Mas,
A vida é cruel, a vida é traidora
Nada á menos, nada á mais
Só que "Um homem que não emite sombra não possui alma".
É, Eu vejo tristeza em seus olhos.
Não perca seu coração de criança,
que faz tanta falta no mundo de hoje,
Tão agitado e violento,
Um pouco banal, não?
Bem, Quem se importa ?
Quando as luzes diminuem
No meio da noite
E a cidade vira selva
E luzes de néon iluminam a cidade
É quando o sangue dela começa a ferver.
Acho que você irá se sentir como se fizesse parte.
Tolo, eu sei
Você deveria ter previsto isto
Quando rolou os dados
Cada vez mais profundo, caindo
Para longe de seu paraíso
Conto com as lágrimas
Tudo que você vê é ilusão,
E tudo o que sinto é silenciar confusão,
E se nós todos não fossemos irmãos
Então Vamos olhar para este mundo !!!
Meus sonhos permanecem os mesmos
Mas,
A vida é cruel, a vida é traidora
Nada á menos, nada á mais
Só que "Um homem que não emite sombra não possui alma".
É, Eu vejo tristeza em seus olhos.
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