Defenda seu nome acima de tudo,
seja rei para que não chore mais alguém
tire daqui tudo que ruim persistir
Torne livre, para aqui ser feliz.
Tantas noites com lua, para serem claras
Tantas noites nuas, para serem escuras
Queridos e devotados,
Não precisam ser votados.
Já ganharam a barganha
em viver entre seres
amadores.
Há tantos,
que amam dores,
e praticam ela aonde vão.
Há tantos,
que a dor tem paixão,
e deles não larga a mão.
Líder, para aqui reinar.
Líder, para os outros orientar.
Líder, para ser lenda em algum lar.
Líder, para ser líder entre os líderes.
Ser influência é arte, ser líder faz parte.
Ser Líder é magnifico, com influência é supremacia.
Nisso falta ética, onde ratos escravizam gatos.
E você, onde nisso está?
domingo, 20 de fevereiro de 2011
domingo, 13 de fevereiro de 2011
Como isso e como aquilo
A calmaria passa,
agitação toma conta
como chamas em fúria na floresta.
São chamas cortantes
como a lámina da espada
de um samurai.
O Samurai é um cara
e sendo um, não é dois e nem três
não derruba exercitos
como as bombas.
As Bombas são destruidoras
como o amor não correspondido.
O Amor é
como os fios de cabelo
duram tempos para crescer
e segundos para cair.
O cabelo precisa de pouca precisão
e força para se puxar e sair do couro
como o amor que precisa de uma
dúvida para ficar abalado.
agitação toma conta
como chamas em fúria na floresta.
São chamas cortantes
como a lámina da espada
de um samurai.
O Samurai é um cara
e sendo um, não é dois e nem três
não derruba exercitos
como as bombas.
As Bombas são destruidoras
como o amor não correspondido.
O Amor é
como os fios de cabelo
duram tempos para crescer
e segundos para cair.
O cabelo precisa de pouca precisão
e força para se puxar e sair do couro
como o amor que precisa de uma
dúvida para ficar abalado.
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
Como se sentir vivo
Tem quem se inspira no medo alheio,
Mas comigo não é assim.
Tem quem tem respeito! eu tenho respeito
Pela vida assim, tão querida e esperta
Vou e venho com cada grão de detalhe,
Enriquece
Quem cresce e quem cresce recebe,
Daquilo que planta envolta de outra planta
Quem arrisca, corre risco
Penso nisso, e logo desisto.
Quem não arrisca, perdi nisso
Penso nisso, e logo persisto.
Falo tudo isso,
Me sinto vivo.
Vivo com isso assim, pelas
Lembranças, que por mais terrível nos alegra.
Mas comigo não é assim.
Tem quem tem respeito! eu tenho respeito
Pela vida assim, tão querida e esperta
Vou e venho com cada grão de detalhe,
Enriquece
Quem cresce e quem cresce recebe,
Daquilo que planta envolta de outra planta
Quem arrisca, corre risco
Penso nisso, e logo desisto.
Quem não arrisca, perdi nisso
Penso nisso, e logo persisto.
Falo tudo isso,
Me sinto vivo.
Vivo com isso assim, pelas
Lembranças, que por mais terrível nos alegra.
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
Estranho, experiência... e nada além
Jogado ao sereno,
Amaranto usa seu manto
Apara o espanto
Com seu aparato estranho.
Esfola no asfalto,
Solta o berro.
Adaga e faca,
Passam incertos.
Estocado na estrada,
Com uma estranha cara.
Do lado amaranto,
Para o meu espanto.
Tudo se explica,
No cronometro alterado
Na vaga do esperado.
No fim, é assim e pronto!
Amaranto usa seu manto
Apara o espanto
Com seu aparato estranho.
Esfola no asfalto,
Solta o berro.
Adaga e faca,
Passam incertos.
Estocado na estrada,
Com uma estranha cara.
Do lado amaranto,
Para o meu espanto.
Tudo se explica,
No cronometro alterado
Na vaga do esperado.
No fim, é assim e pronto!
domingo, 5 de dezembro de 2010
Frieza concerteza, Fleumático online - MODE ON
Nefasto campo de tulipas,
Flores crescentes como espiritos dançantes
Na penumbra do entardecer
Formam círculos...
Círculos que fazem infinitas voltas
Em si mesma,
Como o eixo da terra
Aquilo que nos sustenta...
O ar expelido do nariz,
Volta no mesmo caminho
Infinitas vezes...
Aquilo que nos sustenta...
Muitos sofrem rejeitção,
Poucos recebem a compaixão
Compreensão e discernimento
Aquilo que nos sustenta.... Pouco
Basta olhares de frieza
Pouca calma,
Torneira que não para de pingar
Aquilo que sustenta outros egos... Não basta
São jogos, ela vai e volta
Diz belas palavras, descasca minhas costas
Jarro de sangue que enche, transborda
Aquilo que me sustenta... Já não basta mais
Grandes caminhos em campos de lama
Chuva veio e foi... de tempos em tempos
Infinitas vezes... Como essa e aquela...
Aquilo que sustenta lagos e rios... Não basta mais
Agora são casas,
Enterradas em medo e guerra...
Ou é água que imunda... desnuda a sala
Aquilo que se sustenta... Cai
Perde-se agora o foco,
De neve a deficit
A cura tá longe de mim agora...
Gomas de mascar... Anjos do céu... O que me sustenta agora, que objetivo?
Flores crescentes como espiritos dançantes
Na penumbra do entardecer
Formam círculos...
Círculos que fazem infinitas voltas
Em si mesma,
Como o eixo da terra
Aquilo que nos sustenta...
O ar expelido do nariz,
Volta no mesmo caminho
Infinitas vezes...
Aquilo que nos sustenta...
Muitos sofrem rejeitção,
Poucos recebem a compaixão
Compreensão e discernimento
Aquilo que nos sustenta.... Pouco
Basta olhares de frieza
Pouca calma,
Torneira que não para de pingar
Aquilo que sustenta outros egos... Não basta
São jogos, ela vai e volta
Diz belas palavras, descasca minhas costas
Jarro de sangue que enche, transborda
Aquilo que me sustenta... Já não basta mais
Grandes caminhos em campos de lama
Chuva veio e foi... de tempos em tempos
Infinitas vezes... Como essa e aquela...
Aquilo que sustenta lagos e rios... Não basta mais
Agora são casas,
Enterradas em medo e guerra...
Ou é água que imunda... desnuda a sala
Aquilo que se sustenta... Cai
Perde-se agora o foco,
De neve a deficit
A cura tá longe de mim agora...
Gomas de mascar... Anjos do céu... O que me sustenta agora, que objetivo?
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
Juventude em Sombra
As sombras são como cobertores
Subscritos nos olhares alheios.
Moscas esculpidas nas retinas
Das Leis.
Pesos nos ombros
De homens puros,
Servidos a purê de arroz
Nas encostas montanhosas
Do Mundo.
É como aprender a falar
E tentar desaprender.
Não te largaram por nada.
E no nada reinam
A dor dos corações amantes.
Que por ter tanto GPS
Garotos Produzindo na Solidão.
Que rogo, não praga ou tristeza
Sim, gratidão e incerteza.
Subscritos nos olhares alheios.
Moscas esculpidas nas retinas
Das Leis.
Pesos nos ombros
De homens puros,
Servidos a purê de arroz
Nas encostas montanhosas
Do Mundo.
É como aprender a falar
E tentar desaprender.
Não te largaram por nada.
E no nada reinam
A dor dos corações amantes.
Que por ter tanto GPS
Garotos Produzindo na Solidão.
Que rogo, não praga ou tristeza
Sim, gratidão e incerteza.
domingo, 24 de outubro de 2010
Calor, Vapor. Pensar e Clarear.
No dia quente como hoje,
O vapor da água na panela resseca qualquer boca.
O coração toma aquele pulso estranho...
Olhos se reviram para trás a pressão aumenta,
Você se iluda com o quê?
Com o disseres de um sábio mestre, que nunca te viu que você nunca viu
Palavras em livros que ensinam muito, mas você não aprende, por quê?
O coração aperta rápido, de novo e de novo.
E você não compreende, a realidade é essa
Ninguém entende...
Nunca entenderemos isso,
Faz parte do oficio da vida.
As tardes negras...
Com sombras fantasmagóricas...
Anda na penumbra, uma come a outra.
Você relaxa, nem repara
Mas a noite é toda sua...
O pesadelo só começa, e é dentro de si que fica chave...
O maior poder existente... E você não se toca...
A compreensão não é tão simples...
Mas está num patamar inalcançável por entes leigos.
Leigos esses, que nos somos, jovens incandescentes
Indecentes em suas vestes malditas e cabelos horripilantes.
A opinião não conta, quando a razão não funciona
É nesses momentos que se refletem as minhas palavras...
Você não compreende... Relaxa... Pense comigo...
Onde fica a claridade, onde reina as trevas...
O vapor da água na panela resseca qualquer boca.
O coração toma aquele pulso estranho...
Olhos se reviram para trás a pressão aumenta,
Você se iluda com o quê?
Com o disseres de um sábio mestre, que nunca te viu que você nunca viu
Palavras em livros que ensinam muito, mas você não aprende, por quê?
O coração aperta rápido, de novo e de novo.
E você não compreende, a realidade é essa
Ninguém entende...
Nunca entenderemos isso,
Faz parte do oficio da vida.
As tardes negras...
Com sombras fantasmagóricas...
Anda na penumbra, uma come a outra.
Você relaxa, nem repara
Mas a noite é toda sua...
O pesadelo só começa, e é dentro de si que fica chave...
O maior poder existente... E você não se toca...
A compreensão não é tão simples...
Mas está num patamar inalcançável por entes leigos.
Leigos esses, que nos somos, jovens incandescentes
Indecentes em suas vestes malditas e cabelos horripilantes.
A opinião não conta, quando a razão não funciona
É nesses momentos que se refletem as minhas palavras...
Você não compreende... Relaxa... Pense comigo...
Onde fica a claridade, onde reina as trevas...
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
No Ócio, Pensar. Na Estaca, Cantar.
Hoje foi um dia muito bom para mim, vocês nem imaginam como, pois é, para falar a verdade imaginam sim, nem foi grande coisa. Primeiramente entendi como a vida funciona e como as coisas realmente são, e me decepcionei quando percebi que ainda não sei muito. Segundo, ainda a pouco, fui transferido para o turno da manhã do meu curso. Que não é grande coisa, como já disse, mas agora poderei estagiar em alguma empresa ou escritório de contabilidade, sendo que ambas são organizações, claro, de porte muito diferente uma da outra.
Exemplificando o que disse que aprendi sobre a vida, é que realmente as pessoas mudam, mas como eu li num artigo do super interessante, as pessoas mudam, mas apenas até alcançarem a idade máxima de desenvolvimento da personalidade, que se não me engano, entre 30 e 35 anos. Por isso, entendi como as pessoas ao meu redor estão diferentes ultimamente, como ‘eu’ estou diferente. Mudei muito durante esse tempo, alguns percebem mais rápido que outros e outros nem percebem, por algumas mudanças serem perceptivas e outras não. Isso explica como as pessoas gostam de uma coisa e logo depois não gostam mais, como uma pessoa ama outra pessoa e depois não ama mais. É por isso que amores que nascem depois dessa mudança de personalidade, perpetuam por muito mais tempo (na maioria dos casos, se não me engano) e de como pessoas mais velhas são mais teimosas, deve ser por que aquilo foi carregado por elas na vida toda e fazem parte delas, nem adianta discutir.
Claro que isso não é uma certeza, é apenas um ponto de vista que alcancei hoje. Para clarear o como, vou contar uma coisa, conheci uma pessoa há muito tempo atrás, uns dois ou três anos passados, ela foi como um brilho para mim, e ela gostou de mim de verdade, pelo menos eu acho, mas foi como uma facada perceber que fui gosta mesmo, só quando a tinha perdido. Há uns quatro dias atrás fui brincar com essa figura, e para minha surpresa, tomou-se uma atitude totalmente contraria a qual estou acostumado, usou palavras e nem simbolizou riso (sim foi no MSN), pode até ser que estou errado, que estou tomando conclusões precipitadas, como sempre, mas o bom é que tive esse pensamento sensato, que me orgulha. Que as pessoas mudam, até certo ponto, para não deixarem de ser elas mesmas. Ela é ela mesma, mas mudou como o dia muda para a noite, devagar devagarzinho quase parando, a escuridão dá lugar à Luz do dia.
sábado, 16 de outubro de 2010
O Meu Caminho Na Luz e Escuridão... E No Que Nela Encontrei
A noite é escura para os olhos de pessoas como ela,
Que sucumbe ao primeiro alarde do terror.
Até aos que sofrem da tênue compaixão humana,
Digo que dela riem, pois dela nunca mais se ouvirá ou verá
Nesta ou em outra vida, se caso houver segunda chance.
Ela é de doce saber, do saber do além da sabedoria.
Como tal, tem capacidade de enganar e encorajar fracos povos,
Compra do bom coração a gratidão que em troca
Vem à barata compaixão, que eu já disse que vem de poucos entes mortais.
Logo friso, que desse coração que bate mil amores, tem suas limitações
Predizer a morte é impossível, mas saber que ela vem não é.
Ela vem como o doce cantar dessa deusa melodiosa
Que nesse coração lança sua luxuria, sua ultima cartada de arrogância
Limitações, que ela julga não o ter.
Por sabermos que de ganância vive o homem, o que saber que vive ela?
“Não se sabes, e talvez nunca saibas”.
A morte vem sem dó e tira tudo que temos e nos lança pela escuridão sem fim
E ela nos causa o delírio, que comparado a morte, é pura loucura d’um poço de treva.
Do deleite ao gozo,
As unhas delas me cravavam como estacas de ferro que me faziam jorrar sangue e gritos de dor,
Junto com a nostalgia sentida no corpo, que foi cedido dos deuses.
Agora a agonia é outra, o delírio ataca a minha mente como ganchos
Ganchos afiados como o vento cortante que vive uma batalha com sigo mesmo
E é constante que nem a batida do coração em um corpo vivo.
Depois começa o desespero, os sonhos virão pesadelos...
A morte pela infelicidade se torna alguma salvação
E se a escuridão é a salvação, então estamos todos perdidos.
Perdidos como ela, caída na mão negra.
Que não a deixa ver a verdade, presa na noite e nenhuma luz ao auxilio.
Agora entende, que para mim não tem noite escura suficiente para me cegar.
Não a noite alguma a temer,
Lembro da luz quente do seu olhar,
Espero você voltar, sabendo que nunca mais virá.
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
Motivo
O coração sempre dispara com sussuros,
Com olhares indiscretos e travessos.
Com a malícia sedutora de um bom sonhador.
A cada instante, a cada gole de uma bebida nova e misteriosa.
A cada valorosa garfada, de um prato favorito.
Com a melhor companhia que eu poderia ter, um amor desfrutado a luz do luar.
Não é atoa que não sorrio o tempo todo,
E deixo de ser sério com sua presênça.
Viver é uma delícia, que me faz trabalhar cada gota de suor e transformar em valor.
Fazer valer a pena,
Cada momento,
Com cada pessoa.
Isso é saber viver.
Esse sou eu e você.
Com olhares indiscretos e travessos.
Com a malícia sedutora de um bom sonhador.
A cada instante, a cada gole de uma bebida nova e misteriosa.
A cada valorosa garfada, de um prato favorito.
Com a melhor companhia que eu poderia ter, um amor desfrutado a luz do luar.
Não é atoa que não sorrio o tempo todo,
E deixo de ser sério com sua presênça.
Viver é uma delícia, que me faz trabalhar cada gota de suor e transformar em valor.
Fazer valer a pena,
Cada momento,
Com cada pessoa.
Isso é saber viver.
Esse sou eu e você.
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
Professor
Uma Pessoa enfrenta diversos desafios, logo, se percebe a magnitude de uma atitude ou ato de boa fé proporciona. Hoje, nesta sexta-feira quente, enfrentei desafios que nunca pensei que um dia caíra em minhas mãos. Essas mãos que foram firmes, mesmo com o suor nervoso, da estreia, daquela primeira vez inesquecivel. Conheci o ponto chave do meu limite para resolver problemas, mas, mesmo no detalhe mais banal, eu passei a varredura e analisei. Foi difícil, não nego. Porém, uma senhora dos serviços gerais e uma moça da secretaria, daquelas de atendimento mesmo, foram estas, essas duas que estenderão as mãos com um sorriso no rosto, me orientarão e me ajudarão no que eu precisava. Foi com esse esforço que comecei meu longo caminho como professor.
quarta-feira, 21 de julho de 2010
Crianças da Noite
Sorrisos de um, dois, sem honra.
Moradia, mordida que marca.
Faces, vários lados de uma mesma moeda.
Varias vezes, varias tristezas que corrompidas pela solidão
São como o luar inalcançável no lago
A união devassa.
A noite escassa e o Circo lasso.
Faço, o que menos me perdoaria.
Derramo prantos de divergências.
Pouco ligo para esse dissentimento.
Pois, se não há mais sentimento algum em ti.
Convoco Legiões,
Muitos dirão, loucura.
Outros, uivaram ao tambor da guerra.
Regozijar, no fim todos irão.
Para o fraldário buscar suas crianças,
que nada sabem e que um dia irão de saber.
E a ira, logo os tomaram.
Com ganancia, logo reinaram.
Da luxuria, logo iram gozar.
Do mártir, vão participar
uivaram ao tambor da guerra
Serão novos lobos solitários
Como eu e você.
Moradia, mordida que marca.
Faces, vários lados de uma mesma moeda.
Varias vezes, varias tristezas que corrompidas pela solidão
São como o luar inalcançável no lago
A união devassa.
A noite escassa e o Circo lasso.
Faço, o que menos me perdoaria.
Derramo prantos de divergências.
Pouco ligo para esse dissentimento.
Pois, se não há mais sentimento algum em ti.
Convoco Legiões,
Muitos dirão, loucura.
Outros, uivaram ao tambor da guerra.
Regozijar, no fim todos irão.
Para o fraldário buscar suas crianças,
que nada sabem e que um dia irão de saber.
E a ira, logo os tomaram.
Com ganancia, logo reinaram.
Da luxuria, logo iram gozar.
Do mártir, vão participar
uivaram ao tambor da guerra
Serão novos lobos solitários
Como eu e você.
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